Sabe aquela voz que quando você escuta tudo fica mais calmo, mais sereno? Quando de repente o peso de um longo dia parece evaporar e o que resta são apenas doces memórias de uma canção? Essa é a voz de Nani Medeiros.

Nani tem 31 anos de idade e 9 anos de carreira. Como toda grande intérprete, ela começou cantando a sua memória. Chamou atenção, quando cantou “Me faz bem”, de Jorge Drexler, com versão de Paulinho Mosa. Arrasou ao lado de Fito Paes, no Araújo Vianna, cantando “El amor después del amor”. Fez um tributo a Elis Regina. Foi um sucesso e a pimentinha deve ter se sentido lisonjeada.

E foi assim, cantando a sua memória, que Nani Medeiros amadureceu o seu presente. Transitando de maneira livre entre o jazz e a MPB, Nani é uma artista que não tem medo de utilizar todas as nuances que conectam ambos estilos em favor da sua música. Sofisticada na medida certa para fazer o tradicional ser lindo novamente. 2015 marca um novo momento na carreira de Nani Medeiros. Ao lado de grandes parceiros a cantora agora quer mais do que interpretar. Ela quer apresentar grandes canções. O resultado desse desejo é o primeiro EP homônimo de Nani. Valentina e Amor Magoado são as duas faixas desse trabalho e deixam clara a ambivalência da cantora. Enquanto a primeira é uma ode a Clara Nunes, Baden Powell e os Afro-sambas, a segunda é um convite a nova música brasileira que conecta o local ao global, onde bossa e música eletrônica parecem parceiros tão antigos quanto o feijão com arroz.

Sabe aquela voz que quando você escuta tudo fica mais calmo, mais sereno? Quando de repente o peso de um longo dia parece evaporar e o que resta são apenas doces memórias de uma canção? Essa é a voz de Nani Medeiros. Uma voz que embala, encanta, transforma. Afinada como ninguém, interpreta como poucos.

Nani tem 31 anos de idade e 9 anos de carreira. Como toda grande intérprete, ela começou cantando a sua memória. Chamou atenção, quando cantou “Me faz bem”, de Jorge Drexler, com versão de Paulinho Mosa. Arrasou ao lado de Fito Paes, no Araújo Vianna,
cantando “El amor después del amor”. Fez um tributo a Elis Regina. Foi um
sucesso e a pimentinha deve ter
se sentido lisonjeada. E foi assim, cantando a sua memória, que Nani Medeiros amadureceu o seu presente. Transitando de maneira livre entre o jazz e a MPB, Nani é uma artista que não tem medo de utilizar todas as nuances que conectam ambos estilos em favor da sua música. Sofisticada na medida certa para fazer o tradicional ser lindo novamente.

2015 marca um novo momento na carreira de Nani Medeiros. Ao lado de grandes parceiros a cantora agora quer mais do que interpretar. Ela quer apresentar grandes canções. O resultado desse desejo é o primeiro EP homônimo de Nani. Valentina e Amor Magoado são as duas faixas desse trabalho e deixam clara a ambivalência da cantora. Enquanto a primeira é uma ode a Clara Nunes, Baden Powell e os Afro-sambas, a segunda é um convite a nova música brasileira que conecta o local ao global, onde bossa e música eletrônica parecem parceiros tão antigos quanto o feijão com arroz.

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foto: Rafael Chaves